terça-feira, 31 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Dia de quê?!
Hoje é comemorado o "dia do amigo". E ao contrário do que se possa imaginar, não vou postar uma foto de cachorrinhos se abraçando (?) com uma frase do Caio Fernando Abreu; aliás segue um apelo: deixem CFA em paz, galera.
Enfim, to aqui pra dizer que não acredito em datas comemorativas assim; melosas, em que se espera que você abrace as pessoas e chore porque aquele é o "dia dela".
Eu acredito em amigos, apesar de estar um pouco difícil ultimamente, que são amigos o ano inteiro. Aquelas poucas pessoas com quem você pode conversar sobre tudo, mas tudo mesmo, das piores burradas aos mais brilhantes sucessos; que vai comemorar quando você, depois de dias deprimida, levanta da cama e vai fazer o almoço; o amigo que assiste musicais com você, que faz com que tudo seja mais divertido; que faz uma noite de sexta-feira ser mais legal, mesmo que vocês fiquem só comendo e fazendo as unhas. Eu acredito em amigo que, mesmo sem te ver há meses, te leva no cinema e paga pra você porque você ainda tá sem dinheiro, mas que faz isso porque gosta da sua companhia; amigos que brigam com você quando você precisa acordar cedo e resolver a vida e quando você reclama das coisas sem motivo; amigos que te amam, em sua forma peculiar e única e demonstram isso não te mandando um cartão bonitinho, mas falando "toma cuidado, não sai muito tarde que é perigoso", "fiquei feliz que você veio", "obrigada por andar o shopping inteiro comigo atrás de algo que que eu nem comprei, afinal".
É nisso que eu acredito, são esses que eu defendo até sempre e pra quem eu agradeço, mesmo que sem palavras, por serem meus amigos!
terça-feira, 17 de julho de 2012
O que me motiva
É, eu sei, uma maneira não muito boa de começar um texto, ainda mais a primeira postagem. Mas garanto que até o final da leitura, você vai perceber que não é tão mal assim.
Quando você fica sem trabalho, há sempre um prazo de tolerância, que pode variar, mas que não passa de uns seis meses. Esse é aquele momento em que as pessoas olham pra você com um ar condescendente de "entendemos, faz pouco tempo", ou "logo, logo você encontra outra coisa". Depois desse tempo, consciente ou incoscientemente, todos ficam na expectativa de que da próxima vez que te virem você vai dizer as palavrinhas mágicas: estou trabalhando.
Pois é, pra mim ainda não chegou.
E isso virou uma quase frustração geral, onde pais, familiares, amigos, amigos dos amigos, o porteiro do prédio, e até o motorista do ônibus ficam sempre na expectativa do grande momento.
Hoje, numa tarde fria e chuvosa, depois de todo esse tempo, descobri que essa frustração causou em mim a falta de capacidade de aproveitar meus momentos, minhas pequenas alegrias.
Quero deixar claro que sim, quero trabalhar, conquistar minha independência financeira e etc.. E sei que esse momento vai chegar.
Mas enquanto isso não acontece, vou aproveitar, sem culpa, esses momentos felizes tomando chá e assistindo Sex and the City, enquanto chove aos cântaros lá fora. Afinal, como me disse o Will, tudo isso é sim, muito bom!!!